quarta-feira, 13 de maio de 2009

Calorias gastas por actividade física


Olá!
Tenho feito actividade física quase todos os dias e tenho-me portado bem em termos de alimentação. Estou mais concentrada em conseguir seguir a RA e fazer actividade física regular, do que em pesar-me. Acho que só me vou pesar lá para o final da proxima semana. Pode ser que tenha uma boa surpresa!
Querem saber mais ou menos os gastos calóricos por actividade física? Cliquem AQUI.

Claro que isto é um valor aproximado, pois tem que se ter em conta vários factores para além do peso, mas pelo menos dá para ter uma ideia. Fiz o meu, para 30 minutos e com os 104Kg e decidi colar aqui algumas actividades que me interessam.



ACTIVIDADES DOMÉSTICAS


Limpar o automóvel, e janelas
247.5 Kcal
Limpar a casa
192.5 Kcal
Limpar o pó, aspirar
137.5 Kcal
Lavar a louça, levantar a mesa
126.5 Kcal
Cozinhar sentado ou em pé parado
137.5 Kcal

DANÇAS

Aeróbica geral
330 Kcal
Dança de salão lenta
165 Kcal


MARCHA


Confortável com cargas
275Kcal
BICICLETA


Pedalar a menos que 16 Km/h
220 Kcal
Pedalar de 16 a 19 Km/h
330 Kcal

CORRIDA


Jogging
385 Kcal


NATAÇÃO


Estilo livre ligeiro
440 Kcal
Costas em geral
440 Kcal
Bruços em geral
550 Kcal
Mariposa
605 Kcal
Crawl rápido
605 Kcal

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Modelos de tamanhos maiores

Olá meninas! Resolvi colocar aqui umas fotas de Plus Size Models. São maravilhosas! O certo é que para nós que queremos emagrecer e ter um peso saudável, temos que começar a gostar de nós próprias agora! Por isso, meninas, inspirem-se! Estas mulheres são lindissimas! E cuidam-se. Por isso, nada de desleixos por sermos gordinhas, tá?
Por vezes a indústria da moda faz-nos passar um mau bocado! E é dificil encontrar roupa. Muitas vezes acabo por me desleixar e culpo o facto de estar gorda. Mas as coisas não são bem assim. É uma desculpa por vezes.

Modelos:
1- Barbara Brickner
2- Fluvia Lacerda
3- Chloe Marshall
4- Kate Dilan
5- Natalie Laughlin
6- Tocarra Jones
7- Whitney Thompson









terça-feira, 28 de abril de 2009

Já chega né?


Há momentos em que é dificil. Muito dificil achar que consigo! Deixo-me dominar pela ansiedade e como compulsivamente. Há momentos em que não tenho força, e que tenho medo de fracassar e faço auto-sabotagem, acabando por provar a mim mesma que não sou capaz. São muitos anos de luta contra a balança.

Hoje lembrei-me que lá para os 18, 19 anos, cheguei a pesar 95 Kg e que baixei para 73Kg lá para os 20 anos. Mas esta barreira dos 100Kg está dificil.

Não tenho a mesma motivação que tinha quando comecei o blog. E vejo o tempo a passar e pouco acontece. Então resolvi ir ver os meus posts antigos. E no meu segundo post, coloquei algo tipo isto:



  • Não me privar (se quero bolo de chocolate, como 1 fatia e durante essa semana evito comer mais doces)

  • Caso coma mais doces, procuro aumentar a actividade física, mas tudo sem me sentir culpada e sem pressa, pois para chegar a este estado, também demorou tempo

  • Não quero estabelecer metas

  • Andar mais arranjada, cuidar da pele, cabelo, unhas, etc - gostar mais do que vejo no espelho

  • Ir ao ginásio é o momento em que cuido de mim, em que me ponho em primeiro lugar e tal coisa tem que ser prazerosa e não pode ser um sacrificio!

Pois é, isto fui eu que escrevi há uns meses atrás! E escrevi com toda a convicção que "era desta"! E resultou!!! Até eu descarrilar, com consciência.


Tudo o que escrevi nesses tópicos eu deixei de fazer. E agora, embora já tenha perdido um pouquito, sinto que ando a vaguear e que não estou a fazer mesmo com alma, como estava há meses atrás.


Por isso, a minha atitude vai mudar. E amanhã recomeçarei mesmo a sério! E o meu recomeço vai ser igual ao recomeço quando comecei o blog. Sem pressa, com calma, escutando o meu corpo, não obessecada pela balança e procurar a minha auto-estima, que está cá dentro, bem pequenininha, á procura de ser resgatada e bem aumentada!


Já chega né? Há que acordar para a vida!


Beijinhos

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Vantagens de permanecer acima do peso


Olá! Vi no blogue do desafio da LuFrancesa um artigo da revista brasileira Dieta Já sobre as emoções e o emagreciemento. E de facto faz muito sentido.

O que mais me prendeu foi a parte em que se discutem as "vantagens de permanecer acima do peso". Pensando de uma maneira mais superficial, quais são as vantagens? Comer tudo o que me apetece sem pensar, pois já estou gordinha mesmo? Parece ser a única, mas...

Uma vez fiz uma lista com as vantagens e as desvantagens de emagrecer ou de ter um peso normal. A parte das vantagens de ter um peso normal, tinha mais items que a parte das desvantagens, claro. Mas... Será que analisei todas as supostas desvantagens?

Ao ler este artigo, lembrei-me de algumas coisas que me tinham dito acerca da obesidade e da resistência que às vezes fazemos ao emagrecimento e que nos vamos sabutando, porque não vemos mesmo o que está lá no fundo. E que as vantagens de estar acima do peso (que ás vezes não queremos identificar, ou queremos negar) às vezes são tão confortantes, mesmo dizendo a todo o mundo que queremos emagrecer, e não o fazemos realmente. E que o processo de emagrecimento só vai até ao fim, se a nossa lista de vantagens de não estar acima do peso for maior que a das desvantagens, para assim, conscientemente fazermos a escolha e irmos até ao fim!

Já me tinham falado que permanecer com excesso de peso, podia ser como um escudo de protecção. Na altura percebi. Mas hoje li o artigo em baixo e acho que vou reflectir mais sobre isso. Sobre os meus medos. Explorar mais esse lado e fazer a minha lista de vantagens e desvantagens com todo o coração. Poderá ser isso que me está a travar.


Aqui está o artigo:


Emoção x emagrecimento

Quando os sentimentos entram em cena é importante ficar atenta ao apetite. Isso mesmo! Além da comida, colocar no prato as carências pode minar seu regime e, sobretudo, o objetivo de manter-se magra. Quem explica é o psicoterapeuta dr. Marco Antônio De Tommaso, da Universidade de São Paulo (USP)


Por que, normalmente, as pessoas recorrem à comida para equilibrarem as próprias emoções?

O alimento não é só nutrição. É uma forma de afeto em nossa vida. Começa, inclusive, na relação que a criança estabelece com a mãe oralmente, quando ainda é um bebê. Nesta fase, quando chora (por motivo de fome, dor, sono, calor, frio ou sede), lhe é oferecido o seio ou a mamadeira. É constituída, então, uma relação precoce: emoção-comida. Assim, o alimento passa a reduzir (em curto prazo) a ansiedade. Já na idade adulta, esta "compensação" leva muitas pessoas a buscarem no que consomem uma forma de atenuar suas emoções negativas.


Então sentimentos como: insegurança, baixa autoestima, rejeição, dentre outros, precisam estar "bem resolvidos" antes de iniciar a dieta?

Se a pessoa utiliza a comida como redutora dessas emoções, sim. Ao menos deverá cuidar delas, durante o regime. Se ela come por ansiedade, por exemplo, tem de tratá-la, se quiser emagrecer.


De que forma?

Cada caso deverá ser individualizado. Para alguns, a adoção de formas de relaxamento e mudanças no estilo de vida já apresenta resultados benéficos. Já para outros, a psicoterapia é uma importante auxiliar.


Muitas vezes, a dificuldade maior não reside "apenas" no emagrecimento e, sim, em permanecer magro. Por que isso ocorre?

Quem é gordo e emagrece não é magro. ESTÁ MAGRO. E só se manterá nesta condição enquanto estiver vigilante com a balança, preservando hábitos saudáveis. Logo, o objetivo deve ser: permanecer com a silhueta afinada e não apenas fazer "mais uma dieta" para perder determinado peso por algum tempo.


Por que algumas pessoas "sabotam" o regime? Quais os fatores que desencadeiam tal conduta?

No processo de emagrecimento, muitas vezes, ela deseja conscientemente emagrecer, mas inconscientemente resiste a isso. A explicação pode estar nos "ganhos" que ela obtém permanecendo acima do peso


Quais seriam estas "vantagens"?

É como se, inconscientemente, a gordura corporal funcionasse como um escudo de proteção. Só para exemplificar, há episódios de mulheres que engordam para neutralizarem a própria sensualidade (por insegurança ou outras questões psicológicas, a pessoa "enfeia-se" para poupar-se de experiências afetivas). Outras justificam a timidez devido ao sobrepeso: "Sou tímida porque sou gorda". Neste caso, esta pode ser uma desculpa para que ela não resolva tal acanhamento, justificando, assim, o seu afastamento social. Há ainda pessoas que fazem da preocupação com o sobrepeso uma maneira de ignorar os outros problemas de sua vida (enquanto se inquietam com o emagrecimento, "esquecem" das outras dificuldades). Se estas questões não forem "trabalhadas", podem gerar uma resistência significativa ao processo de perda de peso.


" Emagrecimento se baseia em três fatores: reorientação nutricional, atividade física e equilíbrio psicológico"



Quais as "fontes de gratificação" que a pessoa deve buscar para evitar os excessos alimentares?

Primeiramente ela precisa compreender que a comida é apenas um prazer, e não o único prazer existente na face da Terra. Ou seja, há outras formas de satisfação. Para aproveitá-las é necessário ressocializar-se: um encontro com os amigos, uma caminhada ou outras formas de entretenimento. Sobretudo, resgatar atividades que goste de fazer ou habilidades que realiza com competência. Abandonar o autoisolamento, que muitas vezes o quadro de obesidade impõe, é fundamental.


Mesmo com a dieta, nem sempre vestir o manequim sonhado acontece no tempo que se espera. Como o ritmo de emagrecimento deve ser compreendido?

Cada um tem o seu. Por isso, é importante cuidar do processo, o que significa comemorar cada vitória conquistada, seja qual for o tamanho dela. Enfim, é fundamental valorizar todas as etapas, alimentando a própria autoestima e bem-estar. Tornar-se magra será uma consequência.


Os "diários alimentares", utilizados para registrar o que é consumido, bem como para identificar os 0fatores estimuladores do apetite são recomendados?

Este procedimento é essencial para descobrir as razões, além da fome, que levam a pessoa a se dirigir ao prato. Muitas vezes, a simples anotação permite uma reflexão: "É fome?" Está provado que quem faz este tipo de monitoramento irá ingerir 20% menos do que comeria se não o fizesse. No entanto, este controle deve ser honesto, ou seja, deve se anotado o que efetivamente foi ingerido.


Quais as atitudes a serem adotadas por quem deseja um emagrecimento eficaz?

É importante aliar controle nutricional, atividade física e equilíbrio psicológico. Além destes princípios, válidos para todos, é importante ressaltar que o emagrecimento exige comprometimento do "candidato". Uma das crenças que a pessoa obesa deve combater é a de que ela é um agente passivo. Acredita que apenas o médico, o nutricionista, o psicólogo, o educador físico ou o remédio irão emagrecê-la. Na realidade, é ela quem deve assumir a responsabilidade pelo emagrecimento, se quiser obter sucesso.


Fonte: Dieta Já


Beijinhos e boas reflecções

sábado, 18 de abril de 2009

O poder das palavras


Olá!

Muitas vezes dizemos coisas que o nosso inconsciente vai registando e que podem prejudicar o processo de emagrecimento. Há palavras ou expressões que podem ser substituidas por outras, levando-nos a ter uma atitude mais positiva e de controlo, durante o processo. As palavras são poderosas! Podem influenciar aquilo que fazemos e o que sentimos. Mesmo quando são ditas por nós.

Por exemplo, eu não gosto de dizer que estou de dieta. Para mim, a palavra dieta tem uma conotação de restrição. Quando me perguntam se estou de dieta, digo que não, que apenas tenho uma alimentação equilibrada, ou mais saudável.

Claro que a palavra dieta refere-se aos hábitos alimentares de alguém e há vários tipos de dieta (hipocalórica, hipercalórica, vegetariana, etc). Mas normalmente a palavra dieta é usada popularmente quando alguém se refere a uma dieta hipocalórica. E quantas vezes se oferece algo de comer a alguém e nos respondem "Não posso, estou de dieta". Essa frase até me dá arrepios! Porque já a usei muitas vezes há anos atrás e porque o facto de dizermos "não posso" retira-nos o poder de decisão. Parece que nos estamos a privar de algo que se não "estivesse de dieta" poderiamos comer. Prefiro dizer "não quero". O "não quero" dá-me poder. Eu decidi que não quero! E não fico a remoer. E claro que depois de se dizer a alguém que se "está de dieta e não se pode", esse alguém pode começar a fazer uma série de perguntas, pode começar a tentar controlar a nossa alimentação, pode tentar sabotar, pode começar a dar "aqueles" conselhos que toda a gente acha que deve dar a quem está a "fazer dieta". E... não há paciência! Mas isto é a minha opinião e aquilo que prefiro fazer, com a consciência do impacto que pode ter em mim.


Exemplos de expressões a mudar:


"Não quero" em vez de "não posso" (Assim, a opção é nossa; o poder da decisão foi feito por nós. O "não posso" impõe a restrição de algo que queriamos comer)


"Quero emagecer" em vez de "preciso emagrecer" ou "preciso perder peso"(Querer algo faz-nos mover, é algo da nossa vontade. Para além disso, a palavra perder tem uma conotação de privação e a palavra preciso, de obrigação)


"Estou gorda" em vez de "sou gorda" (Ser é um estado permanente/definitivo, estar é momentâneo)


"Sei que vai dar certo" em vez de "espero que desta vez dê certo" ( Se dissermos que sabemos, não há dúvida)


Sei que há mais umas quantas expressões que se pode mudar e adoptar uma atitude mais positiva. Como por exemplo expressões que nos rebaixam e vitimizam. Há vários livros na área da psicologia que costuma abordar estes temas, não necessáriamente ligados ao processo de emagrecimento.


Beijinhos

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Índice glicémico

Olá pessoal! Decidi colocar um post sobre índice glicémico.
Os hidratos de carbono que ingerimos entram na corrente sanguínea a diferentes velocidades. Quanto maior o índice glicémico (IG), mais rápido entram na corrente sanguínea e consequentemente, maior será a libertação de insulina pelo pâncreas, pois o corpo tenta equilibrar os níveis de glucose (açúcar).
A escala, indicada em percentagens, baseia-se na ingestão do pão branco como comida padrão, assumindo-se IG igual a 100. Há também quem tome a glucose como valor de referência (100) por ser a substância com IG mais elevado.
Alimentos que afectam pouco a resposta de insulina no sangue são considerados de baixo valor glicémico, e os que afectam muito, de alto valor glicémico.

Classificação IG: Baixo: ≤ 55; Médio: 55-70; Elevado: >70



O índice glicémico é variável consoante a confecção do alimento, ou quantidade de fibras, proteinas e gorduras da refeição, que podem retardar a absorpção rápida da glucose (açucar). Um bom e xemplo é combinar o macarrão com atum ou salmão ­ a proteína magra diminui a velocidade de digestão do hidrato de carbono. Peça uma salada verde também é uma boa ideia!Com uma dieta à base de grãos, pães e massas integrais ou pouco refinados - alimentos com baixo ou médio IG - devido à quantidade de fibras que contêm, a digestão é mais lenta e a glucose é liberada aos poucos, fornecendo-nos energia por mais tempo e ficamos sem fome.

Os mais recentes conhecimentos de nutrição apontam o elevado nível de insulina como a causa comum à obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, elevação dos níveis de colesterol e triglicéridos e predisposição para o agravamento das doenças degenerativas e doenças auto imunes.A insulina é a hormona produzida pelo pâncreas sempre que há uma subida do nível de açúcar no sangue proveniente da ingestão de alimentos. A insulina tem como missão no nosso organismo «dar ordem de armazenamento» dos açúcares alimentares, sob a forma de gordura. Sempre que comemos alimentos que no processo digestivo se transformem em açúcar a insulina será libertada e fará o açúcar baixar no sangue para o encaminhar para o processo de armazenagem de energia: a formação de gordura.

Sob o ponto de vista bioquímico tudo se passa deste modo:


1º Ingestão de alimentos doces, açúcar ou cereais refinados que no processo digestivo se transformam rapidamente em açúcar – glicose - de fácil assimilação. São os alimentos de elevado nível glicémico.


2º Esta assimilação rápida de glicose acciona o estímulo para o pâncreas produzir insulina.


3º O pâncreas produz uma grande quantidade de insulina porque «percebeu» que o nível de glicose subiu muito depressa no sangue (porque os alimentos ingeridos eram de elevado índice glicémico).


4º A insulina em quantidade abundante faz sair muito rapidamente a glicose do sangue para o armazém - gordura.


5º O nível de glicose cai para valores inferiores aos de manutenção de fornecimento de energia ao cérebro – hipoglicémia reactiva – e o cérebro entra em sofrimento!6º A pessoa tem uma intensa sensação de cansaço e de fome e sente necessidade absoluta de comer cada vez mais doces ….


7º Perante uma nova e repetida ingestão de doces e alimentos de elevado índice glicémico, o pâncreas produz cada vez mais insulina – inicia-se o processo de hiperinsulinismo.


8º Perante níveis tão altos de insulina os receptores celulares para a insulina deixam de responder adequadamente exigindo cada vez mais insulina para activarem o processo metabólico que lhes é divido. É a insulino-resistência!


Para baixar o IG de qualquer receita

Sopa: Inclua legumes e porções generosas de verduras.
Massa: Prepare-as al dente e misture verduras e legumes.
Arroz: Troque o arroz branco por arroz basmati, arroz integral ou arroz selvagem.
Sandes: Prepare com pão integral e acrescente folhas verdes no recheio.
Bolos: Substitua parte da farinha de trigo branca por farelo de aveia, semente de linhaça ou farelo de trigo.
Pão: Troque parte da farinha branca por farinha de trigo integral, farelo de aveia, semente de linhaça, gérmen de trigo, nozes e sementes.
Cremes e pudins: Acrescente um pouco de canela em pó, noz-moscada, casca de laranja ou essência de baunilha para acentuar o sabor doce e reduzir a necessidade de açúcar.
Tartes: Prepare o recheio com mais fruta e menos açúcar. Substitua parte da farinha de trigo branca da massa por aveia e farelo de aveia.


Fontes: